Unilab realiza programação especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

DESTAQUE DIA DA MULHER

Para homenagear e comemorar o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), por meio da Coordenação de Saúde e Bem-estar (Cosbem/Proad), organizou uma programação especial que engloba saúde, entretenimento e cuidado com o corpo, promovendo a auto-estima feminina.

A programação dedicada especialmente às mulheres, acontece nesta segunda-feira (09), no bloco didático do Campus da Liberdade, em Redenção/CE, e terá as seguintes ações:

– Stand de Saúde: com aferição da pressão arterial, glicemia, pesagem e diagnóstico do Índice de Massa Corpórea. O stand ficará aberto à visitação de toda a comunidade das 09h às 11h e das 18h às 20h.

– Oficina de Dança do Ventre, com um total de 40 vagas, que irá acontecer das 14h30 às 16h.

– Oficina de Automaquiagem, com um total de 12 vagas, divididas em duas turmas, uma das 15h às 15h50 e a outra das 16h às 16h50.

As inscrições para as oficinas, destinadas às servidoras da Unilab, devem ser feitas até às 16 horas da sexta-feira (6), na sala da Cosbem, que fica no bloco administrativo do Campus da Liberdade.

Sobre o Dia Internacional da Mulher

A data faz referência ao dia 8 de março de 1857, quando operárias de uma fábrica de tecidos, em Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, redução na carga diária de trabalho, equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com violência e as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Morreram, aproximadamente, 130 tecelãs carbonizadas.
Somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem às mulheres que morreram na fábrica, e em 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

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