Diversas culturas integradas em um só lugar encerra nesta sexta-feira (22), no Campus dos Malês

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O I Festival das Culturas na Unilab continua com muitas atrações de artistas regionais e com participações expressivas dos servidores e estudantes. A última quinta-feira (21) foi de muitas apresentações de músicas, bate-papos, oficinas, entre outros. E nesta sexta-feira (22) o evento está se despedindo sem perder a qualidade da programação e já deixando saudade.

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“Está sendo uma experiência nova e marcante e vai deixar saudade. Estou conhecendo e me aproximando de várias pessoas e estou vendo a arte de diferentes formas que representam culturas de diversos locais”, disse Geisy Rodrigues, do curso de Bacharelado em Humanidades (BHU), que está participando como monitora. O Festival encerra nesta sexta-feira, com as pessoas que estiveram envolvidas em todo esse movimento.

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Na quinta-feira, no período da tarde, o evento recebeu a banda “DNA Urbano” que traz, através da música, a história africana. O repertório musical foi destaque, tendo repercussão positiva entre os participantes. De acordo com Genaldo Novaes, compositor e cantor da banda, “nossa proposta tem a África como ponto principal. Esse continente significa muito para nós e quase não vemos bandas que falam desse tema. Nosso objetivo é dizer sobre a essência da matriz africana, valorizando essa cultura através da música”, afirmou. Ainda segundo ele, “a Unilab para mim é um marco que reflete o que precisaria acontecer com o Brasil há muitos anos. Quando se traz africanos para o Brasil, estamos religando com nossa descendência e através da Educação é melhor ainda”, completou. Já o guitarrista, cantor, compositor e diretor musical, Sérgio Rocha, conhecido como Serginho, “a banda surgiu com a proposta de falar da auto estima do nosso povo. Juntamos nossas qualidades musicais e eu sou a pessoa que organiza essas ideias, reunindo as inspirações dessa temática. Me sinto em casa estando na Unilab – é um reencontro com nossa cultura”, disse ele.

A banda foi trazida pelo projeto “Violão África Brasil”, projeto organizado por alguns estudantes que consiste em uma oficina musical que busca integrar Brasil – África. Para Maurício Souza, do curdo de BHU, “nosso objetivo é através da música e com instrumentos típicos brasileiros e africanos, realizar uma conexão entre os países parceiros”, afirmou.

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Neste mesmo dia aconteceu o “I Arraiá da Integração” organizado pelos técnico-administrativos do Campus dos Malês e patrocinado pelo Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Universidades (Assufba). O Arraiá teve forró comandado pela banda “Meninos de Zé”, da cidade de Feira de Santana/BA, comidas típicas de São João e quadrilha. De acordo com Aldemária Ione Santos, “pensamos em fazer esse evento no período junino, mas diante os eventos ocorridos no município não foi possível, então trouxemos a proposta para o Festival abrindo para toda a comunidade e criando integração entre as comunidades interna e externa”, disse ela. Ainda segundo Ione, “foi um momento de descontração. O objetivo foi alcançado por vermos todas as categorias interagindo”, acrescentou.

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A quadrilha foi composta por um grupo de crianças de São Francisco do Conde/BA que trouxe uma beleza a mais para a festa, uma vez que é um trabalho de coreografias ensaiadas realizada há 18 anos por Carlos Henrique Morais.

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