Funcionários da Fazenda Piroás recebem treinamento em suporte básico de vida

Equipe da Fazenda recebe treinamento em suporte básico de vida. Foto: Assecom/Unilab.

Funcionários da Fazenda Piroás, da Unilab, técnicos e terceirizados, participaram do Treinamento em Suporte Básico de Vida, realizado pela Divisão de Saúde, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho (DSSQVT), nos dias 1º e 10 de fevereiro.

O curso teve duração de 20 horas, sendo 4 delas dedicadas a simulação de acontecimentos, para exercitar a prática dos participantes. Eliziê Pinheiro, que ministrou o curso, é técnica em Segurança do Trabalho e enfermeira com certificação internacional em atendimento a trauma (Prehospital Trauma Life Support – PHTLS/NAEMT 2015).

Foto: Assecom/Unilab.

No conteúdo programático constaram importância do suporte básico de vida; avaliação do cenário e abordagem inicial; abordagem inicial ao trauma; atendimento a trauma penetrante, torção e fratura; controle de hemorragias; corrente da sobrevivência; atendimento a adulto vítima de parada cardiorrespiratória; queimaduras; atendimento a acidentes com animais peçonhentos; reconhecimento e abordagem inicial das principais emergências clínicas: acidente vascular encefálico (AVE), choque anafilático (asfixia por alergias) e obstrução de vias aéreas por corpo estranho (ovace).

“Foi o primeiro curso ministrado pela divisão e teve como foco principal munir os trabalhadores de conhecimentos sobre como lidar com ações de urgência e emergência, ainda mais em um ambiente isolado e cheio de especificidades como a fazenda”, destacou Eliziê. Ela informou ainda que outros setores devem receber o treinamento, principalmente laboratórios e canteiros de obras.

O engenheiro agrônomo Lourenço Marreiros, técnico responsável pela fazenda e quem solicitou o treinamento, reforça a importância da iniciativa. “Estamos expostos a diversas situações de risco diariamente, pois a fazenda é um ambiente que, além de ser por si só repleta de animais peçonhentos, tem um difícil acesso e nossos funcionários de campo manipulam ferramentas cortantes (foice, enxada, tesoura de poda etc). Uma das grandes preocupações também é por termos semanalmente dezenas de estudantes que têm aula prática, realizam pesquisa científica e queríamos ter nossa equipe treinada”, afirmou.

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