Realização do circuito cearense de tênis de mesa paralímpico marca o lançamento do projeto “O Esporte Ultrapassando Barreiras”

Segunda etapa do ‘Circuito cearense de tênis de mesa paralímpico" é realizada na Unilab.

Segunda etapa do ‘Circuito cearense de tênis de mesa paralímpico” é realizada na Unilab.

Aconteceu, na manhã desta sexta-feira (7), no Bloco Didático do Campus da Liberdade, em Redenção/CE, a segunda etapa do ‘Circuito cearense de tênis de mesa paralímpico”. O circuito reuniu os melhores atletas dessa modalidade em nosso Estado e serviu ainda como pontapé inicial para o lançamento do Projeto de Extensão “O Esporte Ultrapassando Barreiras”, que visa trabalhar o esporte juntos aos discentes da Unilab que tenham alguma deficiência e se interessem por esportes.

“A realização dessa etapa do Circuito cearense de tênis de mesa paraolímpico aqui da Unilab é de extrema importância para marcar o início do nosso projeto. A intenção é mostrar aos nossos estudantes com deficiência a importância do esporte como inclusão e sociabilidade”, destacou Paulo Farias, vice-coordenador do Projeto de Extensão “O Esporte Ultrapassando Barreiras”.

Paulo Farias, vice-coordenador do Projeto de Extensão “O Esporte Ultrapassando Barreiras”.

Paulo Farias, vice-coordenador do Projeto de Extensão “O Esporte Ultrapassando Barreiras”.

Esse projeto de extensão, que visa ampliar a inclusão por meio da prática esportiva dos estudantes da Unilab com deficiência, foi contemplado no Edital de Fluxo contínuo da Pró-Reitoria de Extensão, Arte e Cultura (Proex). O mesmo será desenvolvido pela Seção de Esporte e Lazer (Sel), ligada à Coordenação de Políticas Estudantis (Coest), juntamente com o Setor de Acessibilidade (Seace), ambos vinculados à Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Estudantis (Propae).

“As inscrições para a participação neste projeto, que terá a prática de tênis de mesa duas vezes por semana, começam na próxima semana e esperamos a participação dos nossos estudantes”, reforça Paulo Farias.

Circuito da inclusão

Este circuito de tênis de mesa é organizado pelo “Centro Paradesportivo Edivaldo Prado”, que tem sede em Maracanaú e ainda está presente em Horizonte, Cascavel e Pindoretama. Além do tênis de mesa, o centro desenvolve com a comunidade a prática da natação e do atletismo.

Nos últimos 10 anos, o centro já trabalhou com cerca de 1900 pessoas, chegando a revelar atletas de nível internacional. “Um dos nossos atletas foi semifinalista em tênis de mesa na última paraolimpíada realizada no Rio de Janeiro”, lembra Edivaldo Prado, fundador do Centro Paradesportivo que leva seu nome.

Edivaldo Prado, fundador do Centro Paradesportivo que leva seu nome.

Edivaldo Prado, fundador do Centro Paradesportivo que leva seu nome.

Na visão de Edivaldo Prado, mais importante do que números e conquistas de campeonatos são as vitórias pessoais. “Costumo dizer que o esporte conseguiu me resgatar como pessoa. E o que eu mais almejo com esse projeto é levar isso, essa sensação de superação, para as outras pessoas com deficiência. Pois, o esporte é, sem dúvida, essa porta de entrada para a cidadania, a socialização e o fortalecimento da autoestima, ajudando assim a melhorar a qualidade de vida das pessoas”, defende Prado.

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