2º dia de Festival das Culturas da Unilab tem intensa participação em oficinas e shows

Apresentação do grupo Pérolas do Índico, formado por estudantes moçambicanas da Unilab. Foto: Ivan Freire/Proex.

O segundo dia do III Festival das Culturas da Unilab foi bem concorrido no Campus da Liberdade, em Redenção/CE. As oficinas de literatura (com introdução às línguas crioulas de São Tomé e Príncipe e Cabo Verde), danças semba (Angola) e Kizomba, promovidas pelo projeto de extensão Uniculturas, e as oficinas de audiovisual e moda, com customização de roupas, contaram com um significativo número de estudantes e interessados da comunidade externa.

A mostra de audiovisual “Um Olhar em 2 Minutos”, coordenada pela professora Rosália Menezes, apresentou os melhores trabalhos produzidos por discentes da disciplina “Estudos das Performances Culturais”. Além disso, teve continuidade a feira de artesanato em parceria com a Incubadora Tecnológica de Economia Solidária (Intesol) e as diferentes oficinas, com destaque para a culinária de São Tomé, que ofereceu uma receita de banana com peixe cozido.

Devido aos bloqueios na estrada, algumas atrações não conseguiram chegar ao festival e a programação da noite teve de começar um pouco mais tarde, no Espaço de Convivência do Campus da Liberdade, que estava lotado.

Cia de Dança 4 Stylus, de Barreira/CE. Foto: Ivan Freire/Proex.

A primeira atração da noite, a Cia de Dança 4 Stylus, composta por jovens dançarinos e dançarinas do município de Barreira, contagiou a plateia com sua performance. O grupo foi convidado pelo programa de extensão Uniculturas. Ainda com a linguagem de dança, as Pérolas do Índico apresentou outro belo espetáculo. Formado por estudantes moçambicanas da Unilab, o grupo performa coreografias inspiradas em danças populares das diferentes regiões de Moçambique.

Público durante a apresentação do Unisons. Foto: Ivan Freire/Proex.

O ápice da programação da noite do segundo dia ocorreu quando o grupo Unisons subiu ao palco. No mesmo momento, parte do público desceu os degraus da arquibancada do espaço de convivência e criaram-se coreografias espontâneas para acompanhar o repertório musical percussivo com peças autorais e novas interpretações de clássicos da música afro-brasileira. “O público fez um show à parte, estudantes, servidores e auxiliares-administrativos dançavam em um clima de harmonia e congraçamento”, considerou o coordenador de Arte e Cultura da Proex, Marcos Coelho. Por fim, o Grupo Memórias do Uniculturas encerrou a noite com músicas africanas.

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