Projetos de extensão promovem III Seminário de Música Popular, dias 2 e 3

Na próxima semana, dias 2 e 3 de outubro, os projetos de extensão e pesquisa “Ouvindo Música” e “Performarte”, coordenados pelo professor do Instituto de Humanidades (IH), Lucas Souza, estão promovendo a terceira edição do Seminário de Música Popular, com a temática “Eu vou mostrar pra vocês como se dança o baião” – Música popular e cultura regional na obra de Luiz Gonzaga, na Unidade Acadêmica dos Palmares, em Acarape/CE.

Dentre as atividades da programação, no dia 2 (terça-feira), a atividade “Baião  – dimensões estéticas e corpóreas” traz o sarau com Neto Sanfoneiro, a partir das 19h, no pátio do bloco III, da Unidade Acadêmica dos Palmares.

Já na quarta-feira (3), haverá a palestra “Luiz Gonzaga e Cultura Popular”, a partir das 19h, no Auditório do bloco didático do Campus da Liberdade, em Redenção/CE. A professora convidada da Universidade Federal do Ceará (UFC), Sulamita Vieira é graduada em Ciências Sociais, mestre em Sociologia e doutorado em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia da Arte, atuando principalmente nos seguintes temas: Luiz Gonzaga, sertão, cultura, antropologia no Ceará, literatura e cultura popular.

O III Seminário de Música Popular “Eu vou mostrar pra vocês como se dança o baião” – Música popular e cultura regional na obra de Luiz Gonzaga, organizado pelos projetos Ouvido Música e Performarte, explora o baião em suas diferentes interfaces: estéticas, poéticas, corporais e musicais, com o intuito de analisar sua riqueza artística e revalorizar sua importância junto à cultura local.

O evento é aberto ao público e disponibiliza certificação junto à coordenação dos projetos.

O Baião

Firmou-se como um dos gêneros mais populares da cultura brasileira e a figura do seu expoente maior – Luiz Gonzaga – como um dos mais representativos artistas nacionais. Todavia, seu valor enquanto prática artística ou expressão da cultura regional ainda carece de uma análise mais apurada pela academia brasileira.

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