Grupo de Estudo e Pesquisa Amílcar Cabral comemora 5 anos de atividade

 

Em uma trajetória de atividades de caráter acadêmico e cultural, o Grupo de Estudo e Pesquisa Amílcar Cabral (Gepac) está comemorando cinco anos de existência. Para celebrar, na próxima quarta-feira (7) será realizada uma mesa de solenidade, às 14h, no Bloco Didático, Campus da Liberdade, em Redenção/CE.

Na sequência, às 15h, haverá o debate “A influência familiar na formação cidadã”. O evento se encerra às 18h, com a palestra “Mulheres guineenses-trabalho, violência doméstica, participação na política”, seguida de animação cultural. As atividades fazem parte da programação do Projeto IndependênciaS.

A ideia é promover um espaço de reflexão em homenagem ao dia da fundação do grupo (26 de outubro), levando em consideração o estágio do sujeito que nasce numa família mediante a sua socialização e o engajamento enquanto cidadão. “O lema ‘Família e Cidadania’ versa em trazer olhares distintos que produzem um enriquecimento profícuo sobre o papel da família na formação do sujeito”, garantem os idealizadores do grupo.

“A Gepac tem realizado, ao longo de sua criação em 2013 até hoje, várias atividades, tais como: debates, palestras, seminários de capacitação dos seus próprios membros, encontros com grupos e movimentos que clamam pela justiça para troca de experiência, com o intuito de gerar mecanismos que possam frutificar o grupo no cumprimento dos seus objetivos e alcançar a meta desenhada no seu plano de trabalho”, explica a equipe.

Fonte: Gepac

Sobre o Gepac

A partir de um protagonismo permeado da definição da educação como âncora para alavancar e fortalecer a justiça, igualdade e democracia como fatores inerentes a ser humano, o Gepac foi criado em 2013, por jovens estudantes guineenses na Unilab.

O grupo tem o objetivo de criar agendas de pesquisa e parcerias com entidades educativas com cunho permanentemente acadêmico, para dar base e consolidar o conhecimento por meio da promoção de várias atividades do cunho acadêmico no ensino primário, secundário e superior da Guiné-Bissau. Propõe, ainda, aguçar a prática da leitura constante de modo que engrandeça a riqueza e o desejo de produção e disseminação do conhecimento em diferentes espaços físicos guineenses.

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