“O Brasil de Euclides da Cunha” é tema de encontro promovido pelo Curso de Sociologia da Unilab, nesta quarta (20)

Euclides da Cunha (1866-1909) foi escritor, jornalista e professor brasileiro, autor da obra “Os Sertões”

A segunda atividade promovida pelo Curso de Extensão “Os intérpretes do Brasil: a construção teórico-metodológica para compreensão das instituições brasileiras” será nesta quarta-feira (20), a partir das 14h, no Auditório do Bloco Administrativo do Campus da Liberdade, em Redenção/CE.

Os interessados deverão encaminhas as intenções de participação para o email do professor do Curso de Sociologia, vinculado ao Instituto de Humanidade (IH/Unilab), e coordenador do curso de extensão, Sebastião André (andrealvesdelima@unilab.edu.br).

A temática abordará o pensamento de Euclides da Cunha sobre a construção do Brasil como Nação, a partir da análise da obra “Os Sertões”, publicada em 1902, que narra os acontecimentos da guerra de canudos (1896-1897), no interior da Bahia, liderada por Antônio Conselheiro (1830-1897).

“Os Sertões”, obra publicada em 1902

Sobre Euclides da Cunha 

Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha, nasceu em Cantagalo (RJ), no dia 20 de janeiro de 1866, na Fazenda Saudade. Foi um importante escritor modernista brasileiro, nascido em uma figura multifacetada que atuou também como professor, filósofo, historiador, sociólogo, jornalista, engenheiro, geógrafo, dentre outros. Foi Patrono da cadeira nº 7 da Academia Brasileira de Letras (ABL), eleito em 1903.

Sobre o curso

O curso tem a carga horária de 25 horas e conta com a participação dos professores: Kleber Saraiva, atua na área de Antropologia, no Departamento de Ciências Sociais, da Universidade Federal do Ceará (UFC) e Marcelo Uchôa, professor da Universidade de Fortaleza (Unifor), mestre e doutor em Direito Constitucional e ex-Secretário de Governo.

“O curso focalizará a lógica que permeou a construção social do estado-nação no Brasil, a partir de práticas, representações, imaginários políticos e estruturas sociais”, explica o professor Sebastião André.

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