Projeto de Extensão “Vem Jogar Mais Eu” propõe uma imersão na capoeira angola e na cultura afro-brasileira

A partir de encontros semanais abertos a comunidade acadêmica da Unilab, assim como para a população de Acarape, Redenção e demais comunidades da região do Maciço de Baturité, o Projeto de Extensão “Vem Jogar Mais Eu” visa transmitir e disseminar os fundamentos, história, saberes e rituais da capoeira angola e demais manifestações brasileiras.

“Este projeto de extensão se propõe a encontro semanais, onde se vivência treinamento físico, aulas de ritmos e percussão, samba de roda, confecções de instrumentos musicais ligados a capoeira, realização de grupos de leitura e discussão sobre a capoeira e outras manifestações afro-brasileiras, bem como sobre a diáspora africana no Brasil”, explica Salvio de Melo, coordenador do projeto.

Os encontros acontecerão nas terças-feiras, das 16h às 18h, no pátio do Bloco Didático do Campus da Liberdade, e nas quintas-feiras, pela manhã na Concha Acústica da Liberdade, em Redenção/CE, com horário ainda a ser definido e confirmado, e no período da tarde, das 16h às 18h, no Hall do Bloco III da Unidade Acadêmica dos de Palmares, Acarape/CE.


Sobre a Capoeira Angola

A capoeira angola é um dos estilos ou modalidades da capoeira que dialoga diretamente com a cultura, história, tradições e ritos de matriz afro-diaspórica. Não se apresenta apenas como luta ou esporte, mas se define e fundamenta a partir da múltipla relação entre arte, jogo, luta, dança, teatralidade, musicalidade e poesia.

Por meio da exibição de documentários e filmes relativos a história da capoeira, do samba e das demais manifestações e ritmos afro-brasileiros e afro-indígenas, o projeto manterá também um diálogo com o cinema e as produções audiovisuais.


Parcerias do Projeto

O “Projeto Vem Jogar Mais Eu” apresenta parcerias com outros projetos de extensão e grupos de Pesquisa, como o Projeto de extensão, Reapodere, cuja parceria rendeu no semestre passado aulas de capoeira angola para as crianças da comunidade da Estrada Velha, em Acarape, assim como a parceria com os grupos de pesquisa em Filosofia e Pensamento Africano e com o grupo de pesquisa, Filosofias, Linguagens e Artes não Hegemônicas.

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