VII Feira Malês da Unilab, promove atividades diversificadas no Recôncavo Bahiano, a partir deste sábado (9)

A Feira Malês tem objetivo de fortalecer a integração entre a UnilabBA e a cidade por meio da soberania, segurança alimentar e nutricional, gerando renda para agricultoras(es), marisqueiros(as) da região, guardiões e guardiãs de saberes, da terra. A partir dos conhecimentos afroindígenas transmitidos nestes encontros, estamos a construir pesquisas repertórios brincantes e estratégias de luta na universidade.

Esta roda de saberes que acontecerá na Feira, nesta terça-feira (12), a partir das 14h, no hall do Campus dos Malês/BA. A atividade contará com a resistência quilombola frente ao racismo ambiental, resistência esta construída com redes, canções e histórias de vida.

Os interessados participantes terão direito a certificação de carga horária de quatro horas.

A Feira Malês é um evento construído com apoio de docentes, discentes, servidores e a cada edição, realizamos um evento na Unilab e em comunidades de São Francisco do Conde. Em especial apoio do professor Denilson Lima Santos, das lideranças quilombolas Índia, Dona Joca, Seu Zé do Guaiamun, Coletivo Baobá, Grupo de Pesquisa em Etnomatemática (Gepem).

No “Novembro Negro”, a Feira será acompanhada com a Festa das Crianças, no Quilombo Dom João, neste sábado (9), a partir das 14h. 

A VII edição da Feira, e no mês de novembro, Consciência Zumbi, Guerreiras Dandaras, escutaremos duas mulheres, estudantes do campis dos Malês/Unilab/BA que atuaram na ocupação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra/BA) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema/BA), com início na última terça-feira (5), em Salvador/BA e encerrou-se  com uma Audiência Pública, unindo vários movimentos e estados brasileiros na luta em defesa das águas.

Participantes

Dona Joca, Joselita Borges, é nossa mestra de saberes, mãe, quilombola da Comunidade Porto Dom João, marisqueira, ativista e presidenta da comunidade, graduanda em Ciências Sociais, tem desenvolvido pesquisas sobre as filosofias existentes em sua família, pertencente ao candomblé, as raízes do samba.

Lala, Laissa Sobral, é pertencente ao Grajaú, comunidade afroindígena em São Paulo, jongueira, brincante, catadora na empresa SEMUC, graduanda em Pedagogia.

Colaborações

Para as pessoas que desejarem sugerir ações, temas para a roda de conversa, contribuir para a Feira de dezembro e construir a organização do evento disponibilizamos o e-mail baobaunilab@gmail.com e o link para a campanha de financiamento Coletivo (http://vaka.me/790087), uma vez que desejamos fechar o ano de 2019, com uma troca de saberes alimentares,entre o preparo de mariscos em São Tomé e Princípe e São Francisco do Conde/BA.

Outras informações: (marehistorias@gmail.com), com Mariele Conceição.

Comentários encerrados.