Seminário de Ambientação no Campus dos Malês dá boas vindas a mais de 130 estudantes

Foto: Comissão organizadora

Realizado semestralmente na Unilab, o Seminário de Ambientação Acadêmica 2020.1 (Samba) ocorreu no Campus dos Malês de 2 a 4 de março. A chegada de mais de 130 estudantes foi marcada pelo evento, que tem o objetivo de dar boas vindas, apresentar a universidade e seus setores e cuidar para que se sintam acolhidos.

Na entrada 2020.1, o Campus dos Malês recebeu 107 estudantes brasileiros e 30 internacionais, sendo 13 angolanos e 17 guineenses.

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Diariamente, cerca de 70 alunos participaram das atividades, que teve abertura no dia 2, com apresentações culturais e mesa de abertura com a Diretora do Campus, Mirian Reis, Diretor do Instituto de Humanidades e Letras (IHL), Pedro Leyva, coordenadores de cursos e Seção de Políticas Estudantis. O evento contou com uma palestra ministrada pela Profa. Sabrina Rodrigues Garcia, docente do curso de Letras da Unilab (IHL/Malês).

Sabrina Rodrigues é tutora do Programa de Acompanhamento e Orientação Acadêmica dos Estudantes de Graduação (Pulsar) de Letras, pós-doutora na Área de Linguística Histórica e doutora em Linguística e Língua Portuguesa, pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

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A docente convidou os participantes à percepção sobre os fundamentos do projeto de criação da Unilab e a respeito da sua vocação enquanto instituição de ensino superior que se propõe, simultaneamente, a estabelecer a interiorização e a internacionalização.

“Minha contribuição com o Seminário foi no sentido de oferecer o meu abraço simbólico aos estudantes que chegaram para o semestre 2020.1, felicitando-os pela conquista que representa o ingresso em uma universidade pública federal” afirmou a Profa. Sabrina Rodrigues. 

A interação com os calouros foi provocada pela professora, que questionou os ingressantes a respeito dos motivos que os levaram a procurar o ensino superior e, particularmente, a Unilab. “As respostas foram muito ricas! Tivemos a oportunidade de discutir os motivos de um ensino antirracista e o seu impacto para sociedades ex-coloniais”, disparou Sabrina Rodrigues, entusiasmada com o encontro.

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Durante a abertura do Samba 2020.1, estudantes veteranos apresentaram os projetos dos quais participam, a exemplo do Pulsar, das Mulheres Africanas, dos diferentes coletivos, do DCE e dos bolsistas de projetos de acolhimento. Para a palestrante, isso evidencia que “essa universidade é muito mais do que ensino, pesquisa e extensão! Trata-se de uma enorme potência intelectual e humana”.

No Campus dos Malês, o Samba é realizado pela Seção de Políticas Estudantis. Para a chefe da Seção, Leila Machado, “a entrada na universidade implica uma série de transformações. Acreditamos que esse momento de ambientação nos aproxima e estreita nossa relação com a comunidade acadêmica, principalmente com os novos discentes”, explica a assistente social.

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Oferecer serviços especializados, que possam dar atenção àqueles estudantes que venham a se deparar com maiores dificuldades de adaptação é outra preocupação da servidora. Leila Machado ressalta, ainda, que essas dificuldades podem ser “por estarem longe da família, dos seus países, estados e cidades, ou por não conseguirem se organizar para dar conta das exigências cotidianas, ou mesmo por apresentarem outros problemas pessoais, que possam interferir na vida acadêmica”.

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