Unilab tem reuniões com instituições parceiras internacionais

Reunião on-line entre Unilab e Universidade de Santiago

A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, via Pró-Reitoria de Relações Institucionais (Proinst/Unilab), tem realizado agenda de reuniões on-line com instituições cujos objetivos e missão sejam afins aos da universidade. A intenção é estreitar laços e fechar parcerias.

Instituto Brasil África

Em reunião com o Instituto Brasil África (Ibraf), participaram o reitor da Uniab, Roque Albuquerque; a pró-reitora de Relações Institucionais, Artemisa Odila, o chefe de gabinete, Joaquim Torres e, pelo instituto, João Paulo Alves e João Bosco Monte.

A ideia da reunião surgiu a partir de estímulo dos estudantes, que reportaram a importância da aproximação entre Instituto e Unilab. Roque Albuquerque reforçou que o projeto estratégico de internacionalização é o que precisa ser feito e que a segunda ação que a Unilab realizou na internacionalização foi trazer para dentro do reitorado dois professores africanos: um cabo-verdiano na Pró-Reitoria de Extensão, Arte e Cultura, Carlos Tavares, e uma guineense na Proinst, Artemisa Odila. A universidade também está tentando implementar a cultura do exchange por meio dos professores visitantes. o de 2021.

Reunião entre Unilab e Instituto Brasil África

João Bosco Monte destacou que a Unilab é muito importante por trazer ao debate temas contemporâneos e avalia que há um grande potencial de relação com os países da CPLP, inclusive com a Guiné Equatorial, recém-ingressa na comunidade. Artemisa Odila explicou como ocorre a seleção dos estudantes internacionais e divulgou que há uma discussão interna para criação do Plano Institucional de Internacionalização, dos quantitativos acerca de estudantes timorenses, aproximação com países que serão incluídos, realização de aproximação com embaixadas dos países parceiros no Brasil, bem como as embaixadas do Brasil nos países parceiros via Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o trabalho na estruturação do Centro de Ensino à Distância em São Tomé e Príncipe.

Universidade Lusófona da Guiné-Bissau

Representante da Universidade Lusófona da Guiné-Bissau, Cauê Almeida sublinhou a possibilidade de firmar um acordo de cooperação com a Unilab objetivando renovar os currículos, intercâmbio estudantil e docente, trazer bons quadros do Brasil para Guiné-Bissau com o intuito de fortalecer a universidade e a estrutura educacional do país. Segundo Cauê Almeida, há uma deficiência na formação básica e ensino superior. “Além disso, há a intenção de fazer acordos em fazer publicações conjuntas, e articulações relacionadas; enviar estudantes para fazer mestrado no Brasil, enfim, colaboração no ponto de vista educacional”, disse. Artemisa informou que a solicitação de documentação será encaminhados e que tão logo a documentação seja direcionada a Unilab prosseguirá com a demanda.

Universidade de Santiago

A reunião entre Unilab e Universidade de Santiago (que fica na Ilha de Santiago, em Cabo Verde) teve como pauta a implementação de Doutorado na Universidade de Santiago com a participação docente da Unilab. Participaram o reitor da USCV, Gabriel Fernandes, o reitor da Unilab, a pró-reitora Artemisa Odila e os professores Silvério Tavares, Nardi Sousa, Pedro Leyva, Fernando Tavares, Pedro Henrique Rodrigues e Luís Rodrigues.

Gabriel Fernandes avalia que a aproximação de Cabo Verde e Unilab se consolidou com a vinda de cabo-verdianos à Unilab. “A circulação de conhecimento por meio da mobilidade docente e discente permite esse enriquecimento cientifico. O esforço para que façamos essa circulação deve permitir que um país como o nosso, sem apoio político educacional, tenha a possibilidade de ampliar e oferecer uma comunidade cientifica integrada. É um passo simbólico e de grande expressão que a Unilab faz”, afirmou.

Artemisa mencionou que a Unilab deseja consolidar ainda mais a internacionalização. “Essa sinalização de cooperação na pós-graduação é de grande riqueza”, disse, ao que Gabriel Fernandes complementou que a Universidade de Santiago Virtual permite integrar o corpo docente de outros países. “Somos 10 ilhas em 9 habitadas, as quais só são alcançadas através do ensino a distância. Tentamos, com isso, evitar a diáspora cabo-verdiana”, enfatizou.

Nardi Sousa observou que a cooperação pode ser inovadora em muitos sentidos. “As várias ações já realizadas reforçaram a ligação entre os países e criaram pontes fortes no campo da pesquisa. Há uma agenda mundial que pode ser explorada, incluindo o contexto da pandemia; há o desejo de se ter um currículo misto, bem como, também construir um mestrado sobre a história africana e diáspora”, declarou.

Entre os encaminhamentos apontados estão realizar acordo de ações conjuntas que envolvam publicações em grupo; linhas de pesquisas conjuntas; possibilidade de construir um Mestrado da História da África e Diáspora e também um Doutorado em Educação; além de integrar pró-reitores, chefes de departamentos e realizar simpósios de estudantes.

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