Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Universidade Brasileira alinhada à integração com os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Criada em julho de 2010, Unilab completa cinco anos

Por Equipe de Comunicação Unilab
Data de publicação  20/07/2015, 18:50
Postagem Atualizada há 11 anos
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“Essa integração com outros países possibilita me qualificar e depois contribuir com o meu país, onde não teria oportunidade de estudar em um curso de Humanas, pois lá a realidade econômica e social é diferente”. Beto Infandé, estudante guineense

“Estou realizando um grande sonho da minha vida, que é me formar. Eu sou o primeiro da minha família a ter ensino superior e espero que meus irmãos me tenham como exemplo”. Walef Santos, estudante brasileiro do município de Acarape-Ceará

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Foi reunindo em sua vocação institucional os desafios da internacionalização e da interiorização do ensino superior que a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, a Unilab, foi criada em 20 de julho de 2010, por meio da Lei Federal nº 12.289. Beto e Walef são exemplos dos mais de 3500 estudantes que a Unilab já reuniu nesses cinco anos de existência.

Juntar países africanos e o Timor-Leste com municípios do interior do Ceará e da Bahia nem de longe tem sido uma tarefa fácil. A tão bonita e inspiradora integração presente na lei vem se concretizando aos poucos, em um espaço de desafios, conquistas, conflitos, incompletudes e superações. Se o ambiente acadêmico, por si só, já é campo de múltiplos olhares e conflitos de ideias, a internacionalização na perspectiva de cooperação Sul-Sul e a interiorização no Nordeste do Brasil tornam ainda mais complexa e singular a experiência da Unilab.

Entre a lei de criação, em 2010, e o início das atividades letivas, em 25 de maio de 2011, foram muitos os trabalhos de organização administrativa e acadêmica. A Aula Magna no Campus da Liberdade, em Redenção/CE, acontecia no Dia da África, data alusiva à fundação da Organização da Unidade Africana (OUA). Além disso, 2011 consagrou-se como o Ano Internacional dos Afrodescendentes, pela Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas. Não por acaso foi também em 20 de julho de 2010 que foi instituído o Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288).

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O desafio de construir conhecimento no contexto da integração

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